A autora nos fala sobre o que ela chama dos dinamizadores da inteligência coletiva, que separa em cinco itens.
O primeiro ela chama de responsável pelo gerenciamento de processos de construção cooperativa do saber, onde pode-se saber a resposta, mas é o caminho que o aluno levou para chegar naquela resposta que nos dá mais informações sobre o desenvolvimento de habilidades.
O segundo seria transformar grupos escolares heterogêneos em comunidades inteligentes, flexíveis, autônomas e felizes , onde os modelos arcaicos de aula não se projetam neste novo contexto. Uma educação personalizada faz-se mais necessário, visto a multifacetas do mundo atual. A idéia é permitir que o conhecimento seja buscado e construído pelos alunos, a partir de pesquisa pessoais e coletivas.
O terceiro é a integração de múltiplas competências dos estudantes com a base em diagnósticos permanentes, onde ela relativiza a nota, pois diz que este pertence ao novo imaginário. Pois temos uma nova relação com o erro, muda o tipo de frustração, pois esta frustração gera um desafio.
O quarto ítem ela convida ao diálogo interdisciplinar e intercultural nas pesquisas realizadas. O ser intercultural, onde há movimento e reciprocidade, onde sua experiência é fundamental para a constituição da subjetividade e para a produção do saber coletivo.
O quinto ítem ela diz: promovendo a abertura dos espaços e dos tempos de aprendizagem para além da sala de aula e estimulando a comunicação interpessoal por meio da pluralidade de linguagens e expressões. Ou seja, ela fala da educomunicação, que integra conteúdos da educação e da comunicação, implicando o diálogo interpessoal até a produção de materiais que incluem os recursos e a proliferação biênica das diversas mídias.
Com tudo isso percebemos que os dinamizadores da inteligência coletiva devem estar aberto além de tudo a uma nova cultura dentro e fora da educação, mesmo o fora reflete dentro, pois hoje dento deste contexto os alunos passam a ter mais poder, pois detém mais conhecimentos e devemos aproveitar esse conhecimento para fazer deles agentes de sua própria aprendizagem, onde a aprendizagem saia do esquema professor/aluno e passe para algo mais amplo, onde professor /aluno sejam apenas um dos modos de ver a aprendizagem mas o aluno em si pode ser dono do seu própio saber.
Mas diante disso, pergunto, estamos preparados para resignificar esta educação e dar mais liberdade a nossos alunos, experimentarmos novas formas de ensinar o aluno a aprender? Ou seja, que ele possa realmente ser seu próprio agente?
segunda-feira, 7 de maio de 2007
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