
O autor nos coloca frente às questões da cibercultura. O quanto ela é vista de forma preconceituosa ainda.
Denuncia as pessoas que falam preconceituosamente como as do mesmo tipo que desprezaram o rock dos anos 50/60, ou que mesmo falaram mal do cinema, teatro...
Antigamente as pessoas vinculadas ao cinema e teatro eram olhadas com maus olhos, como hoje são olhados de maus olhos os que estão engajados na cibercultura e a defendem.
A Internet, não tem o poder de salvar o mundo, nem esta pretensão, mas pode também colaborar com o aumento de saberes.
O quanto ela poderá nos ajudar, somos nós mesmo que vamos dar tom. Se ela será benéfica ou não, será pela forma como nós a utilizarmos.
Como a TV, a Internet deve ser dosada, vamos deixar nossas crianças sentadas na frente da TV o dia inteiro para que tenhamos “paz” e elas não incomodem? Ou teremos critérios para isso? Deixaremos ver qualquer programa, ou vamos limitar e ensinar o que deve ou não ser visto? O mesmo ocorre com a Internet. Cabe a nós, sabermos o uso que vamos dar e os limites que devem ser respeitados.
Outro ponto importante que o autor coloca é sobre a exclusão, a cibercultura é tida como excludente, que só terão acesso aos computadores quem tiver condições e poder aquisitivo, e a cultura cibernética ficaria a disposição de poucos. Aí pergunto? Quem hoje tem condições de freqüentar um teatro ou cinema diariamente? Ou até mesmo uma vez por mês? E isso deixou de ser cultura e está sendo condenada?
Depois disso Levy nos leva a entender alguns conceitos como ciberespaço e cibercultura. Ciberespaço seria a infra-estrutura material da comunicação digital, o universo oceânico de informações que abriga e os seres humanos que navegam e alimentam este universo. A cibercultura por sua vez seria o conjunto de técnicas, de práticas, atitudes, modos de pensamento e valores que se desenvolvem junto com o crescimento do ciberespaço.
Outro termo que ele esclarece é sobre as técnicas que podem estar a serviço dos poderosos, mas também estão a serviço do indivíduo que dela se utiliza.
O autor fala ainda muito mais coisas, mas vou encerrar aqui, pois acho que já tem muita coisa para pensarmos até este momento e para nos questionarmos. Como vamos utilizar estas técnicas na sala de aula? Talvez devêssemos começar a pensar em ensinar nossos alunos a apropriarem-se dos computadores, da Internet, navegarem e aprende a triar o que é interessante ou não, o que é verdade ou mentira, e não simplesmente deixarem-se levar pelo que os poderosos querem que vejam ou naveguem. Que possam se críticos diante a tela do computador, e possam usar do ciberespaço, um espaço de pensar, refletir e criticar.
E pergunto, estamos nós preparados para andar na velocidade digital e acompanhar o passo para podermos ensinar a alguém como fazer isso? Ou estamos ainda olhando de forma preconceituosa e com medo de perder espaço?
Denuncia as pessoas que falam preconceituosamente como as do mesmo tipo que desprezaram o rock dos anos 50/60, ou que mesmo falaram mal do cinema, teatro...
Antigamente as pessoas vinculadas ao cinema e teatro eram olhadas com maus olhos, como hoje são olhados de maus olhos os que estão engajados na cibercultura e a defendem.
A Internet, não tem o poder de salvar o mundo, nem esta pretensão, mas pode também colaborar com o aumento de saberes.
O quanto ela poderá nos ajudar, somos nós mesmo que vamos dar tom. Se ela será benéfica ou não, será pela forma como nós a utilizarmos.
Como a TV, a Internet deve ser dosada, vamos deixar nossas crianças sentadas na frente da TV o dia inteiro para que tenhamos “paz” e elas não incomodem? Ou teremos critérios para isso? Deixaremos ver qualquer programa, ou vamos limitar e ensinar o que deve ou não ser visto? O mesmo ocorre com a Internet. Cabe a nós, sabermos o uso que vamos dar e os limites que devem ser respeitados.
Outro ponto importante que o autor coloca é sobre a exclusão, a cibercultura é tida como excludente, que só terão acesso aos computadores quem tiver condições e poder aquisitivo, e a cultura cibernética ficaria a disposição de poucos. Aí pergunto? Quem hoje tem condições de freqüentar um teatro ou cinema diariamente? Ou até mesmo uma vez por mês? E isso deixou de ser cultura e está sendo condenada?
Depois disso Levy nos leva a entender alguns conceitos como ciberespaço e cibercultura. Ciberespaço seria a infra-estrutura material da comunicação digital, o universo oceânico de informações que abriga e os seres humanos que navegam e alimentam este universo. A cibercultura por sua vez seria o conjunto de técnicas, de práticas, atitudes, modos de pensamento e valores que se desenvolvem junto com o crescimento do ciberespaço.
Outro termo que ele esclarece é sobre as técnicas que podem estar a serviço dos poderosos, mas também estão a serviço do indivíduo que dela se utiliza.
O autor fala ainda muito mais coisas, mas vou encerrar aqui, pois acho que já tem muita coisa para pensarmos até este momento e para nos questionarmos. Como vamos utilizar estas técnicas na sala de aula? Talvez devêssemos começar a pensar em ensinar nossos alunos a apropriarem-se dos computadores, da Internet, navegarem e aprende a triar o que é interessante ou não, o que é verdade ou mentira, e não simplesmente deixarem-se levar pelo que os poderosos querem que vejam ou naveguem. Que possam se críticos diante a tela do computador, e possam usar do ciberespaço, um espaço de pensar, refletir e criticar.
E pergunto, estamos nós preparados para andar na velocidade digital e acompanhar o passo para podermos ensinar a alguém como fazer isso? Ou estamos ainda olhando de forma preconceituosa e com medo de perder espaço?
