quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Projetos de Aprendizagem

Pessoal,

Pensei em divagar um pouco sobre o que aprendemos sobre projetos de aprendizagem, e ver se na verdade entendi alguma coisa, peço que colaborem nos seus comentários.
Ao que endtendi, projetos de aprendizagem seria um projeto que se faz com os alunos, mas ao invés de o professor determinar o que quer, ele pede ao aluno que desenvolva um projeto de seu interesse, integrando dentro do possível as disciplinas.
Ou seja, parte-se de um conceito atual, quebrando paradigmas anteriores, de que o aluno é um sujeito capaz de pensar e criar e que principalmente tem algo a oferecer, ele não é um quadro vaxio que precisa ser escrito, mas um quadro cheio de idéias que precisam ser ordenadas e organizadas, por ele mesmo com auxilio de alguém (no caso, o professor) que auxilie nesta empreitada do conhecimento, lhe mostrando alguns caminhos, mas a partir daí podemos ter certeza que tembém o professor aprenderá novos caminhos, que não tinha pensado antes, pois existe sempre uma troca de informações, quando estamos abertos a aprender.
E poder fazer isso dentro de ambientes digitais amplia mais o conhecimento, pois nos coloca frente a um universo ainda maior de conhecimento pronto a ser acessado, e faz com que partilhamos ainda mais este conhecimento, já que neste mundo globalizado e atual, a máquina começa a fazer parte de nosso cotidiano.
Espero ter dito algo relevante, e que seja aproveitado pelos colegas.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Voltando

Agora aproveitando a ferramenta, vou utilizar este blog para a disciplina de Projetos de aprendizagem em Ambientes Digitais, guardar alguns pensamentos sobre o assunto, veremos aonde isso vai dar...

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A AUTORIA DO PROFESSOR

O autor nos remete a uma grande reflexão de que tipo de pedagogia interativa queremos seguir enquanto professores, a para tal ele nos traz exemplos de pedagogias chamadas interativas. Uma pedagogia que descentra no professor, mas centra no aluno, ou seja apenas muda o pólo já existente? Ou queemos uma pedagogia mais intervencionista, que permita uma maior interação entre aluno, rofessor, objetos de aprendizegem, meio que rodeia... mas ainda reduz a olhaar.. "Cada uma destas chaves coloca a vista uma faceta importante da pedagogia interativa, mas cada faceta deve ser vista como um componente de um todo, como um componente que tira sua significação e sua eficácia do fato de perender a um todo".
Outra forma que ele fala seria a interalção na sala de aula, onde existem difersas interações, onde o professor tem que estar atento para "complexidade do conjunto interativo", "para densas rede de relações"... mas ainda o traz como um ator que encena na frente de seu aluno com alguma intenção, mas apenas um deslize então pode desfazer tudo. E aí ele então nos coloca na frente a possibilidade de uma nova competência comunicacional m sala de aula, onde o professor deve ter o desafio de "modificar a comunicação no sentido participação-intervenção". Ou seja, romper com as barreiras entre o aluno e o professor, e a disponibilidae de redes de conexões no tratamento dos conteúdos de aprendizagem. O professor não mais transmite o conhecimento, mas o libera para que o aluno dele se aposse. O professor pode estar em vários lugares ao mesmo tempo, lugares que não são posições fixas, estanques, mas mulifacetadas e complexas.
Com isso pergunto: Estamos nós preparados para enfrentar este novo desafio de sair de nosso conforto e nos dispormos a estar disponível para o nosso aluno em qualquer parte deste parangolé? Eu acho que ainda não estou........ E então como podemos nos tornar esse professor?

segunda-feira, 7 de maio de 2007

DINAMIZADORES DA INTELIGÊNCIA COLETIVA

A autora nos fala sobre o que ela chama dos dinamizadores da inteligência coletiva, que separa em cinco itens.
O primeiro ela chama de responsável pelo gerenciamento de processos de construção cooperativa do saber, onde pode-se saber a resposta, mas é o caminho que o aluno levou para chegar naquela resposta que nos dá mais informações sobre o desenvolvimento de habilidades.
O segundo seria transformar grupos escolares heterogêneos em comunidades inteligentes, flexíveis, autônomas e felizes , onde os modelos arcaicos de aula não se projetam neste novo contexto. Uma educação personalizada faz-se mais necessário, visto a multifacetas do mundo atual. A idéia é permitir que o conhecimento seja buscado e construído pelos alunos, a partir de pesquisa pessoais e coletivas.
O terceiro é a integração de múltiplas competências dos estudantes com a base em diagnósticos permanentes, onde ela relativiza a nota, pois diz que este pertence ao novo imaginário. Pois temos uma nova relação com o erro, muda o tipo de frustração, pois esta frustração gera um desafio.
O quarto ítem ela convida ao diálogo interdisciplinar e intercultural nas pesquisas realizadas. O ser intercultural, onde há movimento e reciprocidade, onde sua experiência é fundamental para a constituição da subjetividade e para a produção do saber coletivo.
O quinto ítem ela diz: promovendo a abertura dos espaços e dos tempos de aprendizagem para além da sala de aula e estimulando a comunicação interpessoal por meio da pluralidade de linguagens e expressões. Ou seja, ela fala da educomunicação, que integra conteúdos da educação e da comunicação, implicando o diálogo interpessoal até a produção de materiais que incluem os recursos e a proliferação biênica das diversas mídias.
Com tudo isso percebemos que os dinamizadores da inteligência coletiva devem estar aberto além de tudo a uma nova cultura dentro e fora da educação, mesmo o fora reflete dentro, pois hoje dento deste contexto os alunos passam a ter mais poder, pois detém mais conhecimentos e devemos aproveitar esse conhecimento para fazer deles agentes de sua própria aprendizagem, onde a aprendizagem saia do esquema professor/aluno e passe para algo mais amplo, onde professor /aluno sejam apenas um dos modos de ver a aprendizagem mas o aluno em si pode ser dono do seu própio saber.
Mas diante disso, pergunto, estamos preparados para resignificar esta educação e dar mais liberdade a nossos alunos, experimentarmos novas formas de ensinar o aluno a aprender? Ou seja, que ele possa realmente ser seu próprio agente?

quinta-feira, 29 de março de 2007

Cibercultura



O autor nos coloca frente às questões da cibercultura. O quanto ela é vista de forma preconceituosa ainda.
Denuncia as pessoas que falam preconceituosamente como as do mesmo tipo que desprezaram o rock dos anos 50/60, ou que mesmo falaram mal do cinema, teatro...
Antigamente as pessoas vinculadas ao cinema e teatro eram olhadas com maus olhos, como hoje são olhados de maus olhos os que estão engajados na cibercultura e a defendem.
A Internet, não tem o poder de salvar o mundo, nem esta pretensão, mas pode também colaborar com o aumento de saberes.
O quanto ela poderá nos ajudar, somos nós mesmo que vamos dar tom. Se ela será benéfica ou não, será pela forma como nós a utilizarmos.
Como a TV, a Internet deve ser dosada, vamos deixar nossas crianças sentadas na frente da TV o dia inteiro para que tenhamos “paz” e elas não incomodem? Ou teremos critérios para isso? Deixaremos ver qualquer programa, ou vamos limitar e ensinar o que deve ou não ser visto? O mesmo ocorre com a Internet. Cabe a nós, sabermos o uso que vamos dar e os limites que devem ser respeitados.
Outro ponto importante que o autor coloca é sobre a exclusão, a cibercultura é tida como excludente, que só terão acesso aos computadores quem tiver condições e poder aquisitivo, e a cultura cibernética ficaria a disposição de poucos. Aí pergunto? Quem hoje tem condições de freqüentar um teatro ou cinema diariamente? Ou até mesmo uma vez por mês? E isso deixou de ser cultura e está sendo condenada?
Depois disso Levy nos leva a entender alguns conceitos como ciberespaço e cibercultura. Ciberespaço seria a infra-estrutura material da comunicação digital, o universo oceânico de informações que abriga e os seres humanos que navegam e alimentam este universo. A cibercultura por sua vez seria o conjunto de técnicas, de práticas, atitudes, modos de pensamento e valores que se desenvolvem junto com o crescimento do ciberespaço.
Outro termo que ele esclarece é sobre as técnicas que podem estar a serviço dos poderosos, mas também estão a serviço do indivíduo que dela se utiliza.
O autor fala ainda muito mais coisas, mas vou encerrar aqui, pois acho que já tem muita coisa para pensarmos até este momento e para nos questionarmos. Como vamos utilizar estas técnicas na sala de aula? Talvez devêssemos começar a pensar em ensinar nossos alunos a apropriarem-se dos computadores, da Internet, navegarem e aprende a triar o que é interessante ou não, o que é verdade ou mentira, e não simplesmente deixarem-se levar pelo que os poderosos querem que vejam ou naveguem. Que possam se críticos diante a tela do computador, e possam usar do ciberespaço, um espaço de pensar, refletir e criticar.
E pergunto, estamos nós preparados para andar na velocidade digital e acompanhar o passo para podermos ensinar a alguém como fazer isso? Ou estamos ainda olhando de forma preconceituosa e com medo de perder espaço?

segunda-feira, 12 de março de 2007

Texto "A revolução do texto eletrônico"

O texto nos fala de como vem sendo vista a escrita desde os tempo em em que a leitura era mais restrita a Bíblia. Ou seja faz um breve relato da hisatória da descrita. Nos faz pensar sobre a especificidade da leitura, como ver a leitura não como uma analise de formas, mas como uma prática da relação da própria escrita em si. A relação da leitura com imagens, ou seja, "ler imagens", e questiona se essa leitura seria realmente uma leitura. Pois é a forma material do texto que lhe dá forma . Depois nos fala sobre a leitura da "imagem" na tela, que tipo de leitura seria esta, uma leitura de textos ou de imagens? Temos hoje ainda dificuldades de perceber a inovação como algo novo que possa nos trazer benefícios, mas ao contrário, assusta, traz medos e acabamos por tentar domesticá-la através do que já conhecemos.
O computador acaba tendo o "poder" de se instalar diretamente na vida das pessoas, repercurte nos quadros econômicos e sociais do mundo, onde até mesmo os editores de livros se sentem ameaçados por perderem seus espaços e seu ganho material. O quanto isso nos afeta? Quais temores nós temos diante dessas possibilidades?
Penso que podemos utilizar o computador na educação, não apenas como uma máquina de escrever para os alunos, mas ele deve ser mais abrangente, mais questionador. Não apenas algo na tela para se ler, um livro eletrônico, letras que se apresentam em formas de texto ou imagens. Mas algo que coloque os alunos no mundo e faça-os pensar sobre estes contextos socio-econômicos-culturais e se posicionem frente as questões que se apresentam diante deles. Que se apropriem do mundo não como se fossem deles desapropriando o do outro, mas tornando o outro parte de si e de sua vida.
Será que vamos conquistar isso? Ou será que divaguei muito e não percebi?
Espero que tenham me entendido e que o que escrevi sirva para alguma coisa.

Início de Tudo


Hoje estou escrevendo minha primeira mensagem na aula, fazer um Blog é legal e bem fácil, espero aprender muito nesta disciplina e poder ter mais acesso ao computador e decifrar os enigmas desta máquina que pode ser muito útil.