O autor nos remete a uma grande reflexão de que tipo de pedagogia interativa queremos seguir enquanto professores, a para tal ele nos traz exemplos de pedagogias chamadas interativas. Uma pedagogia que descentra no professor, mas centra no aluno, ou seja apenas muda o pólo já existente? Ou queemos uma pedagogia mais intervencionista, que permita uma maior interação entre aluno, rofessor, objetos de aprendizegem, meio que rodeia... mas ainda reduz a olhaar.. "Cada uma destas chaves coloca a vista uma faceta importante da pedagogia interativa, mas cada faceta deve ser vista como um componente de um todo, como um componente que tira sua significação e sua eficácia do fato de perender a um todo".
Outra forma que ele fala seria a interalção na sala de aula, onde existem difersas interações, onde o professor tem que estar atento para "complexidade do conjunto interativo", "para densas rede de relações"... mas ainda o traz como um ator que encena na frente de seu aluno com alguma intenção, mas apenas um deslize então pode desfazer tudo. E aí ele então nos coloca na frente a possibilidade de uma nova competência comunicacional m sala de aula, onde o professor deve ter o desafio de "modificar a comunicação no sentido participação-intervenção". Ou seja, romper com as barreiras entre o aluno e o professor, e a disponibilidae de redes de conexões no tratamento dos conteúdos de aprendizagem. O professor não mais transmite o conhecimento, mas o libera para que o aluno dele se aposse. O professor pode estar em vários lugares ao mesmo tempo, lugares que não são posições fixas, estanques, mas mulifacetadas e complexas.
Com isso pergunto: Estamos nós preparados para enfrentar este novo desafio de sair de nosso conforto e nos dispormos a estar disponível para o nosso aluno em qualquer parte deste parangolé? Eu acho que ainda não estou........ E então como podemos nos tornar esse professor?