O texto nos fala de como vem sendo vista a escrita desde os tempo em em que a leitura era mais restrita a Bíblia. Ou seja faz um breve relato da hisatória da descrita. Nos faz pensar sobre a especificidade da leitura, como ver a leitura não como uma analise de formas, mas como uma prática da relação da própria escrita em si. A relação da leitura com imagens, ou seja, "ler imagens", e questiona se essa leitura seria realmente uma leitura. Pois é a forma material do texto que lhe dá forma . Depois nos fala sobre a leitura da "imagem" na tela, que tipo de leitura seria esta, uma leitura de textos ou de imagens? Temos hoje ainda dificuldades de perceber a inovação como algo novo que possa nos trazer benefícios, mas ao contrário, assusta, traz medos e acabamos por tentar domesticá-la através do que já conhecemos.
O computador acaba tendo o "poder" de se instalar diretamente na vida das pessoas, repercurte nos quadros econômicos e sociais do mundo, onde até mesmo os editores de livros se sentem ameaçados por perderem seus espaços e seu ganho material. O quanto isso nos afeta? Quais temores nós temos diante dessas possibilidades?
Penso que podemos utilizar o computador na educação, não apenas como uma máquina de escrever para os alunos, mas ele deve ser mais abrangente, mais questionador. Não apenas algo na tela para se ler, um livro eletrônico, letras que se apresentam em formas de texto ou imagens. Mas algo que coloque os alunos no mundo e faça-os pensar sobre estes contextos socio-econômicos-culturais e se posicionem frente as questões que se apresentam diante deles. Que se apropriem do mundo não como se fossem deles desapropriando o do outro, mas tornando o outro parte de si e de sua vida.
Será que vamos conquistar isso? Ou será que divaguei muito e não percebi?
Espero que tenham me entendido e que o que escrevi sirva para alguma coisa.
O computador acaba tendo o "poder" de se instalar diretamente na vida das pessoas, repercurte nos quadros econômicos e sociais do mundo, onde até mesmo os editores de livros se sentem ameaçados por perderem seus espaços e seu ganho material. O quanto isso nos afeta? Quais temores nós temos diante dessas possibilidades?
Penso que podemos utilizar o computador na educação, não apenas como uma máquina de escrever para os alunos, mas ele deve ser mais abrangente, mais questionador. Não apenas algo na tela para se ler, um livro eletrônico, letras que se apresentam em formas de texto ou imagens. Mas algo que coloque os alunos no mundo e faça-os pensar sobre estes contextos socio-econômicos-culturais e se posicionem frente as questões que se apresentam diante deles. Que se apropriem do mundo não como se fossem deles desapropriando o do outro, mas tornando o outro parte de si e de sua vida.
Será que vamos conquistar isso? Ou será que divaguei muito e não percebi?
Espero que tenham me entendido e que o que escrevi sirva para alguma coisa.
3 comentários:
Giane,
penso que nem só podemos como é um dever dos professores estimular este interesse na pesquisa, no entendimento da sociedade e da realidade dos alunos. O computador é apenas uma ferramenta que contribui neste auxílio, para que os alunos entendam o mundo. Na verdade, vejo o computador como um atrativo, que despertará o interesse e estimulará meus alunos na descoberta do conhecimento. Fica a critério de cada professor incentivar ou não os alunos para descoberta destes 'questionamentos' a que tu te referes, independente da aula se dar 'sobre os livros' ou no computador, isto é uma questão de didática.
Camila Camargo Prates.
Giane
Alguns dos teus questionamentos foram na mesma direção dos meus, ou seja, o computador juntamente com todas as suas facilidades chegou e para ficar, então como podemos nos apropriar dessa ferramenta sem perdermos a nossa identidade e o nosso poder de crítica? Penso que o usando de forma racional e crítica, buscando ensinar os nossos alunos a refletirem sobre a fonte de onde partem as informações, a averiguarem a qualidade das mesmas, bem a quem se destinam e porque. Quanto ao risco dos livros desaparecerem acho que não vai acontecer, visto que a dificuldade de acesso aos mesmos sempre foi em larga escala devido ao seu alto custo. Acho que as editoras terão que se empenhar na melhoria da qualidade dos livros editados, bem como em reduzir significativamente o seu custo, pois uma melhor apreenção de um conteúdo escrito ainda se dá manuseando um texto e não o lendo na tela do computador ... Sílvia Souza em 17/03/07.
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