O autor nos remete a uma grande reflexão de que tipo de pedagogia interativa queremos seguir enquanto professores, a para tal ele nos traz exemplos de pedagogias chamadas interativas. Uma pedagogia que descentra no professor, mas centra no aluno, ou seja apenas muda o pólo já existente? Ou queemos uma pedagogia mais intervencionista, que permita uma maior interação entre aluno, rofessor, objetos de aprendizegem, meio que rodeia... mas ainda reduz a olhaar.. "Cada uma destas chaves coloca a vista uma faceta importante da pedagogia interativa, mas cada faceta deve ser vista como um componente de um todo, como um componente que tira sua significação e sua eficácia do fato de perender a um todo".
Outra forma que ele fala seria a interalção na sala de aula, onde existem difersas interações, onde o professor tem que estar atento para "complexidade do conjunto interativo", "para densas rede de relações"... mas ainda o traz como um ator que encena na frente de seu aluno com alguma intenção, mas apenas um deslize então pode desfazer tudo. E aí ele então nos coloca na frente a possibilidade de uma nova competência comunicacional m sala de aula, onde o professor deve ter o desafio de "modificar a comunicação no sentido participação-intervenção". Ou seja, romper com as barreiras entre o aluno e o professor, e a disponibilidae de redes de conexões no tratamento dos conteúdos de aprendizagem. O professor não mais transmite o conhecimento, mas o libera para que o aluno dele se aposse. O professor pode estar em vários lugares ao mesmo tempo, lugares que não são posições fixas, estanques, mas mulifacetadas e complexas.
Com isso pergunto: Estamos nós preparados para enfrentar este novo desafio de sair de nosso conforto e nos dispormos a estar disponível para o nosso aluno em qualquer parte deste parangolé? Eu acho que ainda não estou........ E então como podemos nos tornar esse professor?
4 comentários:
Pois é, Giane, não sei se estou preparada mesmo! Mas mesmo assim, espero que esteja mais preparada do que a geração anterior de professores. A nossa realidade não nos permite mais essa "passividade" em sala de aula, os alunos estão exigindo muito e o professor que estagnar, vai perder a vez! Como fazer isso? Acredito que só o dia-a-dia e a prática nos farão saber aplicar os conhecimentos que temos a este respeito. Como professora, às vezes é difícil saber o que fazer, mas sempre sabemos o que NÃO fazer...
Ótima resenha!
Camila Prates.
Completamente preparados não estamos ainda, mas um grande passo é reconhecer essa necessidade e aceitar que hoje há diversos modos de pensar e diversas formas de ensinar no atual modelo de educação, principalmente com o uso do computador. Devemos atentar para a relação professor-aluno levando em conta as relações inter e intra-pessoais, com base no respeito e camaradagem sem praticar uma "pedagogia do laissez-faire" mas uma pedagogia com compromisso e dedicação pautada num mínimo de planejamento com aplicação das boas experiëncias adquiridas. Almir
É complicado para quem não está inserido na licenciatura comentar sobre isso, mas creio eu que a adptação do professor sobre esta "nova realidade" não é uma coisa que acontece do dia para noite, assim como toda mudança, esta também necessita de tempo para sua aceitação e vigência... acredito que com o aumento da necessidade de se construir um conhecimento coletivo aos poucos os professores vão naturalmente se inserindo neste novo contexto.
Giane,
Acredito que não estou completamente preparada.Mas acerdito que essa falta de preparo se dá sempre pelo mesmo motivo, nós professores não contamos muitas vezes com incentivos para nos preparar para exercício nossa profissão de maneira tradicional, e nem tão pouco para as novas tecnologias/práticas que vão surgindo.Porém, percebo que o caminho é o mesmo que utilizamos todos os dias , amor pela profissão, força de vontade e sempre procurar exercer cada vez mehor nossa prática docente.
Elaine Lacerda
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