Comentando sobre o texto lido : "Mediação pedagógica na educação Brasileira: entre enunciados teóricos e práticas construídas - Alba Regina B. de Souza, Adelmilde S. Sartori e Jucimara Roesler"
Este texto nos remete a pensar sobre o que seria uma mediação em EAD. Primeiro temos que enxergar a EAD como uma nova possibilidade de Ensino a partir do advento da novas tecnologias e dos "novos" indivíduos que surgem na modernidade.
Temos que ter em mente para que possa haver uma mediação é necessário personagens atuantes, assim é preciso de pessoas que mediam (professores/tutores) e mediados (alunos). Mas afinal, como esse processo acontece?
Além desses personagens é preciso que haja integração entre eles, o que deve ser considerado como o Ensino desta mediação e como será feita a comunicação. Como já falamos anteriormente, não adianta mudar a lousa de giz, por um power point. mas como interagimos com este aluno, quais possibilidades temos para atingir este aluno distante no espaço e no tempo, mas ao mesmo tempo tão perto.
O professor deve mediar, ou seja ter uma atitude frente ao outro, auxiliar a colocar o pensamento em processo, ela deve ao mesmo tempo coordenar e descentralizar. `
"Para Veiga (2004), cabe ao professor produzir e orientar atividades didáticas, necessárias para que os alunos desenvolvam seu processo de aprender, auxiliando a sistematizar os processos de produção e assimilação de conhecimentos, coordenando, problematizando e instaurando o diálogo" (p.331).É necessário a presença do professor/tutor, para que o aluno o sinta presente, lembrando que esta presença se faz pela interação com o aluno. Lembrando que afetividade também deve estra presente, desta forma, temos que estar ligados nas formas interativas de mostrar afeto.
Assim vemos que uma relação entre professor/tutor e aluno em Ead devem ser construídas de forma contínua, é preciso uma "uma análise constante do grupo, organização e reorganização de atividades, acompanhamento contínuo e intervenções paralelas...... além de uma relação pautada no diálogo, respeito e construção coletiva " (p. 334).
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